Abril
Olhos promenientes e um jeito chamativo. Na sonoridade de uma ocarina peruana seus ouvidos de criança se entusiasmam; num encanto contido. Em suas pequenas mãos musicais lhe dou a pequena flauta para que ela saia ainda mais nos pios melódicos da ocarina.
Cada sopro, um calor, cada dedo colocado e tirado um brilho áureo.
Em seu intimo ela entende e quer algo me mostrar.
Seus instrumentos musicais ainda misto de brincadeira me arregala a visão. Carinho intenso de tamanho troca energética.
Quer me presentear e aceito de coração seu pequeno colar de duende.
Seu maneirismo renovador é ainda mais pronunciado; chama forte de madeira nobre.
Como uma loba ela uiva diante da noite enluarada sentindo os mistérios que a rodeiam.
Agora mais hábil se encontra para orquestrar diante do publico que virá na lembrança gentil daquele pequeno teclado de brinquedo.
Cada sopro, um calor, cada dedo colocado e tirado um brilho áureo.
Em seu intimo ela entende e quer algo me mostrar.
Seus instrumentos musicais ainda misto de brincadeira me arregala a visão. Carinho intenso de tamanho troca energética.
Quer me presentear e aceito de coração seu pequeno colar de duende.
Seu maneirismo renovador é ainda mais pronunciado; chama forte de madeira nobre.
Como uma loba ela uiva diante da noite enluarada sentindo os mistérios que a rodeiam.
Agora mais hábil se encontra para orquestrar diante do publico que virá na lembrança gentil daquele pequeno teclado de brinquedo.





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